Resíduo têxtil: como destinar corretamente?

Atualmente, o setor têxtil brasileiro gera 170 mil toneladas de resíduos por ano, sendo que muito desse resíduo é destinado de forma incorreta.



Mas o que pode ser feito para melhorar essa situação?


*Primeiramente deve-se evitar a contaminação por substâncias químicas ou com outros tipos de resíduos (papel kraft oriundo de modelagem, elementos metálicos como ilhoses, ziperes e botões e até mesmo mistura de diferentes composições de tecidos);


*O processo de corte é imprescindível para um bom aproveitamento do tecido. Com esse processo bem feito se reduz drasticamente a geração de retalhos;

*Separa-los por cores;

*Planejamento das coleções para evitar a compra de tecidos em excesso;

*Reaproveitamento dos retalhos dentro do processo produtivo;

*Fazer parcerias com ONGS para doação de retalhos.


Como o resíduo pode ser reaproveitado?


Jeans: indústria automobilística

Malha 100% algodão: fios e barbantes

Poliéster/Poliamida: flakes, plásticos de engenharia, fios e barbantes

Tecidos sortidos (várias composições): manta acústica e geotêxteis (materiais utilizados em contato com o solo ou com outros materiais em aplicações de engenharia civil e geotécnica)

Retalhos acima de 1,5m: Artesanato


Se as empresas e as prefeituras não fizerem nada para adequar essa situação, os resíduos continuarão indo para os aterros.

Hoje apenas 40% (aproximadamente 70 mil toneladas) dos resíduos têxteis são destinados da forma correta.


É da área têxtil e tem interesse em entender e destinar corretamente os resíduos da sua empresa?

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Fonte: Abit / Sinditextil

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